Egito Mania


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20/03/2006 00:39
Olá pessoal.
Fiquei um tempinho sem postar, mas estou de volta.

DESAFIO:
Você consegue identificar quem é Nefertiti e quem é Nefertari nas representações abaixo?



enviada por Janda



26/01/2006 13:21


Deuses Egípcios

Os deuses têm muito em comum com os homens: podem nascer, envelhecer, morrer: possuem um corpo que deve ser alimentado, um nome, sentimentos. No entanto, estes aspectos muito humanos escondem uma natureza excepcional: seu corpo, composto de matérias preciosas, é dotado de um poder de transformação, suas lágrimas podem dar nascimento a seres ou minerais. Os poderes dos deuses são sempre comparados a algumas propriedades dos elementos da natureza ou dos animais, o que dá lugar a representações híbridas às vezes espantosas.

Para representar os deuses, todas as combinações são possíveis: divindades totalmente humanas, deuses inteiramente animais, com corpo de homem e cabeça de animal, com o animal inteiro no lugar da cabeça (o escaravelho, por exemplo) ou com cabeça humana. A esfinge, imagem do deus-sol e do rei, é um leão com cabeça humana. Há animais comuns a muitas divindades (o falcão, o abutre, a leoa) e outros que são característicos de apenas uma (ibis de Thot, o escaravelho de Khepri).
Os egípcios mumificavam e enterravam seus animais domésticos. Sobretudo em uma data relativamente tardia, no decorrer do 1° milênio A.C. os egípcios sacrificavam animais para mumificá-los e amontoá-los aos milhares em cemitérios especiais. São, provavelmente, ex-votos que os devotos compraram dos sacerdotes para oferecer a seu deus seu animal preferido. O culto dos touros sagrados é muito mais antigo: um animal único torna-se uma manifestação terrestre do deus. Ele tem direito a um enterro com grandes pompas.


Aqui estão os nomes de alguns deuses:

Amon - Deus dos deuses

Ré - Deus do sol

Osíris - Deus dos mortos e do renaiscimento

Seth - Deus que matou seu irmão Osíris

Maát - Deusa da justiça

Anúbis - Deus do embalsamamento e da morte

Isis - A deusa modelo para mães e esposas

Neftis - A deusa protetora de túmulos

Hathor - Deusa da alegria e da festa

Hórus - Deus criador do universo

Ptah - Deus criador dos homens e da arte

Neith - Deusa geurreira

Thot - Deus da escrita e dos escribas

Atum - Em Heliópolis é o rei de todos os deuses

Sekhmet - Deusa responsavel pelas epidemias e mortes

Amenófis I - Rei divinizado

Bés - Deus protetor dos sonhos

Meretseger - Protetora dos mortos


Fonte: www.egiptoword.hpg.com.br


enviada por Janda



24/01/2006 13:59


Um pouco de história: O surgimento da civilização egípcia.

Introdução

As populações que deram origem à civilização egípcia instalaram-se na região mais ou menos em 10.000 a.C., portanto ainda durante o Neolítico. Esta civilização também nasceu às margens de um rio, o Nilo, que atravessa boa parte da África, de sul a norte. Cruzando o deserto do Saara, o rio Nilo significava a única possibilidade de assentamento humano numa vasta região. Alem da abundancia de água, suas cheias anuais tornavam as margens férteis, boas para atividade agrícola. Existe uma visível diferença entre a região do Delta (ao norte) e o vale do Nilo, mais ao sul. É interessante notar que essa divisão acabou determinando por volta de 3500 a.C., uma separação inicial da sociedade que ali se formou, entre o Baixo Egito (no Delta, rica e populosa) e o Alto Egito (no vale, mais dependente do rio).



Economia e sociedade

Tal como ocorreu na Mesopotâmia, a sobrevivência das populações nesta região dependia do controle das cheias do rio Nilo e das obras hidráulicas de irrigação, para distribuição de água. Esse tipo de tarefa dependia de um trabalho organizado e racional que só poderia ser concretizado a partir de um empreendimento coletivo.

A principal atividade econômica no Egito sempre foi a agricultura, que estava intimamente vinculada ao desenvolvimento das obras publicas de irrigação (através de formas artificiais as terras são regadas por meio de canais, levadas e canos). Principalmente nas entressafras, a pesca, a caça, a construção de barcos e o artesanato substituíam as atividades agrícolas. Teoricamente, a propriedade das terras do plantio era do faraó (a um só tempo rei e deus, senhor absoluto do país) e, portanto, do Estado. Mas na prática essas terras eram divididas e doadas pelo faraó aos templos, sacerdotes, escribas e chefes militares, formando uma pequena elite proprietária.

Além de grande proprietário, o Estado egípcio controlava as atividades econômicas: regulamentava o comércio, recolhia impostos e taxas, organizava as obras públicas (canais, templos, pirâmides, etc.). Seus impostos eram geralmente pagos em mercadorias ou trabalho. Os escravos também trabalhavam nas obras públicas; por conquista (povos derrotados na guerra) e por dívidas (aqueles que não tinham condições de pagar seus impostos e compromissos, tornavam-se escravos).

Como se vê, a sociedade egípcia estava voltada principalmente para a realização de grandes obras, que levavam décadas para serem completadas, o que torna mais fácil compreender como foi possível o erguimento de construções como as pirâmides.


Os faraós e a centralização política

Contrastando com a autonomia das cidades mesopotâmicas, o Egito mantinha um forte e organizado Estado centralizado, sob comando do faraó. Todavia, esse processo de centralização foi demorado. Ele se iniciou por volta de 4000 a.C. com a instituição de comunidades que aglutinavam várias aldeias, os nomos. Estes eram comandados pelos nomarcas e tinham autonomia e independência, mas cooperavam entre si.

Em 3500 a.C. vários nomos uniram-se politicamente, originando o Alto Egito (sul) e o Baixo Egito (norte). Este período é chamado de pré-dinástico porque antecede o momento de centralização concretizado por Menés, o primeiro faraó. Ele aglutinou os dois reinos e inaugurou o período dinástico, no qual os faraós preservavam o poder para os seus descendentes por hereditariedade, formando, assim, dinastias de governantes.

Mais que um governante comum, o faraó era também considerado uma encarnação divina, isto é, um deus vivo. Ele era o símbolo de toda divindade e da vida. O poder político e a religiosidade se confundiram e se autodeterminavam. O faraó era proprietário de todas as terras, chefe militar, juiz supremo e comandante único do Estado. Na prática, para que seu poder pudesse estar presente a todo momento e em qualquer lugar, ele mantinha uma grande e eficiente máquina burocrática.

Havia autoridades regionais baseadas nos nomarcas, que tinham autonomia limitada. Os verdadeiros representantes do poder central (e, portanto, do faraó) eram os escribas, que detinham o conhecimento da escrita e da contabilidade, registrando as arrecadações, os impostos e as determinações centrais.


Evolução política

O período dinástico pode ser dividido em três partes:

O Antigo Império (c. 3200 a 2300 a.C.)

Foi o momento da centralização política, originando o Estado egípcio e fortalecendo o poder do faraó. Foi neste período que os faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos, da IV Dinastia que governou o Egito, construíram monumentais pirâmides. As pirâmides egípcias eram túmulos dos reis e rainhas. Sua construção envolveu uma complexa arquitetura e técnica que até hoje não foram totalmente desvendadas. Demoravam décadas para serem construídas, com o trabalho de milhares de escravos e também homens livres.

Apesar da riqueza e grandeza do Império e das dinastias faraônicas, a partir da VIII Dinastia começou a decadência do Antigo Império. Na X Dinastia o Estado egípcio se enfraqueceu, minado pelas incursões de povos nômades, pela crescente autonomia dos nomarcas (que passaram a controlar a produção e a arrecadação dos impostos) e por alguns levantes camponeses. Assim, o Estado acabou se dividindo (2280 a.C.) em quatro centros políticos que rivalizavam entre si e disputavam o poder.

O Médio Império (c.2100 a 1580 a.C.)

Neste período inicia-se uma nova centralização política. Os faraós retomam o poder com o apoio da nobreza tebana (da cidade de Tebas). Entretanto, as disputas entre os nomarcas e os faraós, além da eclosão de novas e diversas revoltas de camponeses e escravos, impulsionadas por dificuldades com as colheitas, enfraqueceram o Império e permitiram a invasão dos hicsos (povo nômade de origem asiática).

Quase dois séculos de domínio hicso trouxeram inúmeras contribuições para o Egito: introdução do gado de grande porte, de novas frutas e legumes e, principalmente, de novas técnicas militares (carros de guerra, cavalos, etc.), permitindo a adoção de uma política militar expansionista.


O Novo Império (c. 1580 a 520 a.C.)

A contribuição militarista dos hicsos e a luta que os egípcios moveram para expulsá-los reforçaram o caráter conquistador do Novo Império. Assim a elite militar concentrou poder, dividindo a autoridade do faraó.

O Egito conquista inúmeras regiões no Oriente Próximo, tornando-se um rico e poderoso império. Várias dinastias o comandaram, destacando-se os faraós Ramsés II, Tutmés II e Amenófis IV, entre outros.

Contudo, apesar da expansão e enriquecimento do Império, a exploração dos camponeses e escravos continuou; por isso, diversos movimentos contra os abusos na cobrança de impostos e a miséria eclodiram no reinado de Ramsés II.

A partir deste período (c.660 a.C.) o Império entrou em decadência e foi invadido por diversos povos, até a definitiva conquista persa em 517 a.C.

A cultura egípcia

A religião egípcia era politeísta (adoravam vários deuses) e antropozoomórfica, isto é, os deuses eram representados por figuras meio humanas (antropo) e meio animais (zoo). Esses deuses tinham uma forte vinculação com os diversos aspectos do cotidiano dos egípcios (crescimento da produção, colheitas, fecundação, família, etc.); o deus mais poderoso era Rá, confundido com o Sol. Ele era representado por uma figura humana com um disco solar no lugar da cabeça; o sol era muito importante para os egípcios e uma das bases para elaborar seus cultos.

Uma prática comum entre eles era a mumificação (processo de conservação do corpo), pois acreditavam na vida após a morte. Inicialmente a mumificação era restrita ao faraó e a nobreza, mas com o tempo ela se popularizou; em troca de pagamento, qualquer pessoa poderia ser mumificada.

A civilização egípcia foi muito criativa no campo artístico e cultural. Durante o Antigo Império os egípcios desenvolveram um tipo especial de escrita, o hieróglifo (palavra que significa ¿escrita sagrada¿); era pintada (pictográfica), composta de sinais e geralmente utilizada para fins religiosos. A partir dos hieróglifos desenvolveram-se outros dois tipos de escrita: a hierática (usada em textos mais correntes) e a demótica (mais simples e de caráter mais popular).

O calendário com 365 dias também foi organizado pelos egípcios. A astronomia, a matemática e a medicina desenvolveram-se muito. Geralmente essas atividades evoluíram vinculadas a questões religiosas e às obras púbicas, principalmente para prever as chuvas e cheias, calcular as vazantes e as colheitas. Para isso, eles chegaram a desenhar um mapa do céu com as principais estrelas.

calendário egípcio
Com relação às artes em geral, o aspecto principal reside na arquitetura, pois foi seu desenvolvimento que permitiu a construção de inúmeros palácios, templos e, principalmente, das pirâmides, túmulos de reis e rainhas. Os artistas eram funcionários do Estado e suas obras serviam para demonstrar e reforçar o poder dos faraós.

Moraes, José Geraldo Vinci de, 1960-
Caminhos das civilizações: da pré-história aos dias atuais / José Geraldo Vinci de Moraes. São Paulo: Atual, 1993.
pag. 22-26.



enviada por Janda



21/01/2006 01:07


No ano de 2769aC, o mago Imhotep inventou o calendário Egípcio, com 365 dias e 12 meses.
Mais tarde, os astrólogos Egípcios criaram um horóscopo dividido em 12 signos.
Cada signo é representado e protegido por uma deusa ou deus Egípcio.
Encontre seu signo e leia!

RÁ (16/07 até 15/08)
Rá é o Deus-Sol do Egito, o mesmo Sol que rege o signo de Leão.
Rá luta para ser o centro das atenções, podendo ser arrogante, teimoso e déspota. Ele sabe que nasceu para liderar, contudo, precisa cuidar do egocentrismo e do orgulho que podem eclipsar um pouco o seu sol pessoal tornando-o daí um rei sem súditos e solitário, o que seria dramático para Rá.
Quando Rá está harmonizado com seu ambiente, torna-se um líder idealista, liberal, generoso, protetor e simpático, enfim, um verdadeiro rei. A única coisa que Rá espera, nessas condições, é a gratidão e a lealdade de seus comandados.
São cheios de esperança, têm muitas amizades e alcançam boas posições, devido a seus próprios esforços. Devem assumir posições de liderança e nunca de subalterno, sob pena de tornarem-se um Rá desequilibrado, violento, agressivo e escravo de suas paixões.
Arcanos do Tarô: O Mundo e O Sol.


NEITH (16/08 até 15/09)
Neith era a deusa da Caça protetora de Sais (também era conhecida como a deusa do Céu). Assim como o caçador que reparte sua caça com o grupo a qual pertence, o signo de Virgem também necessita dividir e servir o próximo.
Os filhos de Neith nasceram para assistir o líder mas, dificilmente, para serem o próprio líder. Não suportam pressões e preferem se adaptar às circunstâncias; numa posição mais subordinada, esses nativos tem mais condições de ajudar, disciplinar, ordenar e consertar uma situação.
Nativos menos evoluídos apresentam um certo grau de frieza emocional e medo da exposição pessoal. É comum, nesses casos, a servidão exagerada, a preguiça e uma vida extremamente mecânica, carente de vivacidade e dinamismo.
Os nativos desse período são práticos, amam a natureza, o conforto material e são ótimos planejadores. Contudo, o envolvimento com o trabalho pode ser tão grande que problemas relacionados ao "stress" são muito comuns para Neith. O trabalho deixa de ser um ofício e para virar vício.
Arcanos do Tarô: A Sacerdotisa e O Mago


MAAT (16/09 até 15/10)
Maat era a deusa da Justiça e da Verdade, ligada ao equilíbrio (Libra) necessário para a convivência pacífica entre todos os seres. Maat rege o primeiro signo social do zodíaco egípcio.
São pessoas amáveis, sociáveis, amam as artes e as coisas belas da vida e conseguem julgar sem os excessos das paixões. Os filhos de Maat menos evoluídos apreciam a futilidade das conveniências sociais e os prazeres de orgias e badalações. Os mais evoluídos, interessam-se mais pelo lado espiritual da vida e a relação de equilíbrio e beleza existente na natureza.
A carta da Justiça, arcano 8, mostra que sua vida muda de 8 em 8 anos, para pior ou para melhor. Não conseguem viver sozinhos e estão sempre atrás de um relacionamento que lhes tragam o equilíbrio que tanto necessitam.
Arcanos do Tarô: Os Enamorados e A Rainha


OSÍRIS (16/10 até 15/11)
Osíris é o deus que preside o grande Tribunal dos Mortos, aquele que decide a sorte das almas: a destruição pelo monstro Ammit ou o renascimento numa nova encarnação. Escorpião é regido por Plutão, o deus grego do inferno, aquele que comando o sub-mundo: morte, destruição, transformação e renascimento são a tônica desse signo.
Existem três tipos de Osíris (ver lenda de Osíris): Osíris Vivo: é um ser evoluído, interessado pelo lado espiritual da vida e está acima de seus problemas, não sendo afetado por nada; Osíris Morto: é um ser de baixa evolução, dominado pelo vício, mediocridade, rancores e espírito de vingança. Apresenta interesse pela magia negra e, nessas condições, pode tornar-se o pior e o mais perigoso perfil zodiacal; Osíris Renascido: é o nativo de alta evolução que conseguiu ultrapassar a barreira da morte e entra num novo mundo renascido, pleno de seus poderes espirituais.
Enfim, os filhos de Osíris geralmente são mal-compreendidos e temidos (Osíris foi odiado e morto por seu irmão Seth). Para mudar essa situação, cabe a eles despertar o lado místico, curador, magnético e transformador latente em todos os nativos desse signo. A simbologia da ave mitológica Fênix, que renasce das cinzas, caracteriza muito bem Osíris.
Arcanos do Tarô: O Faraó e O Louco


HATHOR (16/11 até 15/12)
Hathor é a deusa da alegria, do amor e dos prazeres (junto com Nut e Neith forma a trindade das deusas do Céu).
Os nascidos nesse período são cheios de esperanças, alegres, joviais, empreendedores, perseverantes e ambiciosos. Gostam da liberdade e possuem inclinação para a Filosofia e as Ciências.
Facilmente os filhos de Hathor atingem o sucesso devido a sua apurada intuição. Terão boas relações sociais e proteção e estima de amigos poderosos.
Os seres menos evoluídos tendem a ser irônicos, maliciosos e adeptos ao vício. Ao contrário de um nativo de Hathor evoluído, não possuem a espiritualidade desenvolvida.
Para Hathor, o importante não é chegar a um lugar, mas sim, como e porquê chegar.
Arcanos do Tarô: O Carro e O Sacerdote


ANÚBIS (16/12 até 15/01)
Anúbis era filho de Osíris e dominava o mundo dos mortos, conduzindo a alma dos defuntos até o Tribunal de Osíris (que decidia ou não pelo novo renascimento da alma). No hemisfério norte é inverno e toda a natureza esta em compasso de espera pelo novo renascimento que ocorrerá na primavera. Saturno, o Senhor da Morte e do Carma, rege Capricórnio.
Os filhos de Anúbis gostam de regras sociais rígidas e do poder e da posição social que isso acarreta. O trabalho é visto como algo importante e, através dele, os regidos por esse signo deixam suas marcas no mundo. Essa marca pessoal na sociedade é crucial para o nativo de Anúbis pois, inconscientemente, ele sente que será julgado pelo que edificou de bom ou de ruim nessa vida (quem sabe, uma reminiscência do Tribunal de Osíris).
De um modo geral, são práticos e pouco ligados ao mundo espiritual; em nativos pouco evoluídos, pode ocorrer uma ação autoritária. controladora e disciplinadora em excesso, principalmente com a família. São muito apegados à tradição e a hierarquia.
Os nascidos neste período devem encarar a vida com mais despreocupação pois ela não se resume apenas ao trabalho; deixe desabrochar seu lado infantil de vez em quando; você se sentirá muito melhor.
Arcanos do Tarô: A Justiça e O Diabo


BASTET (16/01 até 15/02)
Bastet era a deusa com cabeça de gato que protegia a dança, a música, os livros e os demais prazeres humanos. Os aquarianos, da mesma forma, amam a natureza, as belas artes, a literatura e a liberdade.
Os nativos de Bastet são justos, prudentes, inteligentes, estudiosos, de natureza filosófica, humanitários e, principalmente, de idéias muito avançadas.
São indivíduos profundamente ligados ao seu grupo social podendo, inclusive, liderá-lo. Eles amam a humanidade e não o homem em especial, resultando daí, uma dificuldade nos relacionamentos mais íntimos. Para os filhos de Bastet, muitas vezes, um amigo sincero é mais importante que um relacionamento amoroso.
Arcanos do Tarô: O Eremita e A Roda da Fortuna


TAUERET (16/02 até 15/03)
Taueret é a deusa-hipopótamo que protegia os nascimentos nesta e na vida além-túmulo. Taueret é como o signo de Peixes, o último do zodíaco, que cobra um renascimento espiritual de todos.
Os nascidos sob a proteção da deusa Taueret possuem uma premonição e uma espiritualidade muito grande, são idealistas, emotivos, sentimentais, impressionáveis e, às vezes, metódicos e perfeccionistas.
As pessoas deste período possuem um "radar" que capta as vibrações do ambiente a sua volta e, se não cuidarem, poderão ser influenciadas negativamente por este mesmo ambiente. Devido a grande insegurança que sentem, podem se esconder atrás de uma máscara de frieza e alienação.
O espírito de liderança não é muito forte neste signo e, não raramente, preferem ceder seu lugar aos outros num gesto humanitário (não é por acaso que Peixes é o último signo do zodíaco).
Se não forem evoluídos, os filhos de Taueret podem abusar de vícios e exageros de todos os tipos. Eles não sentem-se bem neste mundo e esperam ansiosamente algo melhor após a morte (ou renascimento). Portanto, costumam ficar perdidos entre os dois mundos, o dos vivos e o dos espíritos, não pertencendo a nenhum deles em especial.
Use sua sensibilidade e intuição para ver aquilo que os outros signos não conseguem: a vida é um contínuo renascer abençoado pela deusa Taueret.
Arcanos do Tarô: O Enforcado e A Força


SEKHMET (16/03 até 15/04)
Sekhmet era a terrível deusa egípcia da guerra e das batalhas. Áries possui Marte como planeta regente, o deus da guerra romano.
Os nativos de Sekhmet possuem muita energia mental, são ambiciosos, desejam progredir e são felizes somente após realizarem a sua vontade.
Os filhos de Sekhmet menos evoluídos podem ser violentos, precipitados, impulsivos e indiscretos.
Sekhmet desconhece o medo e a covardia, lutando sempre por seus direitos de forma agressiva; não tem muita paciência e não aceita conselhos de forma passiva.
Uma espiritualização se faz necessária para os filhos de Sekhmet, caso contrário, eles perdem o auto-controle, assim como a sua deusa regente.
Arcanos do Tarô: A Morte e A Torre


PTAH (16/04 até 15/05)
Ptah era o deus da antiga capital do Egito, Mênfis, considerado o protetor dos artesões (trabalhadores). As palavras "trabalho e sobrevivência" resumem a vida de um taurino.
Os nascidos sob a regência de Ptah são reservados, práticos, obstinados, persistentes e amantes da luta pela sobrevivência.
Se for um nativo de baixa evolução, pode tornar-se apático, preguiçoso, dependente, pessimista, grosseiro e sem objetivos na vida. Pode, também, apegar-se muito aos bens materiais esquecendo o lado espiritual da vida.
Os filhos de Ptah são conhecedores da matéria e de tudo aquilo que é tangível pelos cinco sentidos. Tal atitude pode acarretar uma situação onde o TER torna-se mais importante que o SER e, nessas condições, Ptah profetiza fortes desequilíbrios para seus filhos: "quanto mais nos apegarmos ao TER, mais queremos TER, provocando medo, ansiedade e angústia pela possibilidade da perda".
Liberte-se da necessidade excessiva de segurança material e descubra as belezas espirituais do mundo.
Arcanos do Tarô: Os Enamorados e A Temperança


THOTH (16/05 até 15/06)
Thoth era o deus da escrita e da sabedoria; era conhecido também como Hermes Trimegistro. Para os gregos, era Mercúrio, o planeta regente de Gêmeos.
Os nativos de Thoth necessitam comunicar-se e, para eles, a ligação entre as pessoas e idéias é de suma importância. Representam a vivacidade, a versatilidade e a mutabilidade. São inquietos e com uma ânsia muito grande em aprender e conhecer.
Seus nativos oscilam entre a crença e a descrença, entre o raciocínio e o sentimentalismo. Raras vezes acabam uma coisa, sem haverem iniciado uma outra. Precisam controlar as paixões, caso contrário, encontrarão sofrimento amorosos.
Arcanos do Tarô: O Mago e A Estrela


ÍSIS (16/06 até 15/07)
Ísis, a grande mãe, está associada ao simbolismo da Lua (regente do signo de Câncer).
Os nascidos sob a regência de Ísis são perseverantes, reservados, sensitivos, com boa memória e dotados de energia. Possuem um humor variável e muito dependente do ambiente sendo, por isso, em determinados momentos, inconstantes, indecisos e vacilantes.
Assim como Ísis, a deusa da magia, seus filhos possuem uma intuição e uma mediunidade muito grande. Os nascidos nesse período costumam apresentar fadiga, stress e problemas associados à ansiedade e insegurança.
Os filhos de Ísis possuem uma ligação muito forte com a família e tudo relacionado com ela. De uma certa forma, são tradicionais e muito apegados ao lado materno da família (regido pela Lua).
Cuide para não exigir muita atenção das outras pessoas; viva a vida de uma forma mais racional e deixe seu sentimentalismo um pouco de lado.
Arcanos do Tarô: A Lua e O Julgamento


enviada por Janda



20/01/2006 13:03


Ankh (símbolo hieróglifo egípcio para "vida")


A terra está em tuas mãos
Como tu as tem criado
Se tu resplandeces,
eles vivem;
Se tu te põe no horizonte,
eles morrem;
Tu és a própria duração da vida
E se vive de ti.

(Akenaton 1367-1350 a.C)







Poema Egípcio (extraído de um papiro de 3000 anos)

Ela é um menina, e não existe outra como ela.
Ela é mais bela que qualquer outra.
Olha, ela está como um deusa da estrela nascendo
no início de um ano novo feliz;
Brilhantemente branca e brilhante
Sua pele é clara; Seus olhos bonitos para olhar
E com lábios doces para falar;
Ela não necessita nem uma frase a mais
Com um pescoço longo e peito branco;
Seu cabelo é de Lápis Lazúli genuíno;
Seus braços são mais brilhantes que o ouro;
Os seus dedos são como as flores de lótus;
Com nádegas grandes e cintura cingida.
As suas coxas mostram sua beleza;
Com um passo firme ela pisa no solo.
Ela capturou meu coração em seu abraço.
Ela faz todos homens virar seus pescoços olhar para ela.
Só existe um único olhar quando ela passa por perto.




enviada por Janda






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